Os presidentes das Casas Legislativas, Arthur Lira (PP-AL), da Câmara dos Deputados, e Rodrigo Pacheco (PSD-MG), do Senado, seguem sem qualquer posicionamento ou manifestação sobre a 24ª fase da Operação Lesa Pátria, deflagrada nesta quinta-feira (18), cujo alvo principal é o líder da oposição, deputado Carlos Jordy (PL-RJ).

O parlamentar sofreu buscas e apreensões a mando do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. O magistrado sustenta haver indícios da participação de Carlos Jordy na realização dos atos de 8 de janeiro. A operação tem como objetivo identificar pessoas que planejaram, financiaram e incitaram os protestos radicais no Distrito Federal.

Em entrevista ao programa Oeste Sem Filtro, da Revista Oeste, na noite desta quinta-feira, o deputado afirmou que Lira ligou para ele e disse que pediria acesso aos autos do processo, mas publicamente, oficialmente, permanece calado.

Ainda de acordo com Jordy, Rodrigo Pacheco nem sequer o procurou após a ação da Polícia Federal, além de não vir a público emitir qualquer posicionamento sobre o ocorrido, sendo ele, Pacheco, o presidente do Congresso Nacional.

O parlamentar demonstrou indignação com a omissão dos presidentes das Casas Legislativas e declarou que o Congresso está “desmoralizado” ante a “ditadura do Judiciário” instalada no Brasil.

Para o deputado federal Marcel Van Hattem (Novo-RS), esse sumiço de Lira e Pacheco tem um fundamento:

Quem cala, consente.

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