O manifesto da Associação Nacional de Jornais (ANJ) contra os ataques da esquerda ao jornal Estadão e seus profissionais é um importante gesto de defesa da liberdade de imprensa.

As tentativas de intimidação que líderes partidários, entre eles a presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), Gleisi Hoffmann, estão protagonizando nas redes sociais, juntamente com seus apoiadores, influenciadores e integrantes do governo, são inaceitáveis.

A liberdade de imprensa é um direito fundamental garantido pela Constituição Federal. É ela que permite que a sociedade tenha acesso a informações precisas e independentes, essenciais para o exercício da cidadania.

Os ataques à imprensa são uma forma de censura e de cerceamento da liberdade de expressão. Eles representam uma ameaça à democracia e à própria sociedade.

A ANJ está certa em afirmar que esses ataques “não se coadunam com valores democráticos e demonstram um flagrante desrespeito à liberdade de imprensa”. Eles evidenciam uma prática característica de regimes autocráticos, que buscam silenciar a imprensa para controlar a narrativa e restringir o debate público.

O Estadão e seus profissionais têm o direito de apurar e divulgar informações sem medo de represálias. É dever de todos nós defender a liberdade de imprensa e garantir que os jornalistas possam exercer seu trabalho com independência e segurança.

LEIA A NOTA NA ÍNTEGRA:
A ANJ acompanha com preocupação e manifesta seu repúdio às tentativas de intimidação contra O Estado de S. Paulo e sua editora de Política, Andreza Matais, depois de o jornal ter divulgado o acesso da mulher de um líder do crime organizado no Amazonas a gabinetes do Ministério da Justiça.

O uso de métodos de intimidação contra veículos e jornalistas não se coaduna com valores democráticos e demonstra um flagrante desrespeito à liberdade de imprensa. Também evidencia uma prática característica de regimes autocráticos de, com o apoio de dirigentes políticos, sites e influenciadores governistas, tentar desviar o foco de reportagens incômodas por meio de ataques contra quem as apura e divulga.

A ANJ espera que tais métodos de intimidação, sobretudo contra jornalistas mulheres já empregados no passado recente, cessem imediatamente, em nome do respeito à liberdade de imprensa e à livre atuação do jornalismo e dos veículos de comunicação.

Brasília, 20 de novembro de 2023.

Associação Nacional de Jornais – ANJ

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