O presidente Jair Bolsonaro falou, nesta sexta-feira (17), sobre o quadro de indicações para o Supremo Tribunal Federal (STF) que se abrirá para quem for eleito presidente da República nas eleições de outubro deste ano. Para o chefe do Executivo, a possibilidade de indicar dois nomes para a Suprema Corte já “muda a história” do STF.

– Quem se eleger presidente, ou se reeleger, bota dois no ano que vem. Já se muda a história do Supremo Tribunal Federal – declarou.

As duas vagas de ministros do Supremo que serão abertas no próximo ano, como destacado por Bolsonaro, são aquelas ocupadas atualmente por Ricardo Lewandowski, que deixará o cargo em maio de 2023, e Rosa Weber, que sairá do posto em outubro do mesmo ano. Ambos deixarão os cargos pelo fato de completarem 75 anos.

Em outro ponto de sua declaração, feita em um evento que celebrou os 111 anos da Assembleia de Deus no Brasil, realizado em Belém (PA), Bolsonaro lembrou da promessa que fez aos evangélicos, que resultou na indicação do ministro André Mendonça para a Suprema Corte.

– Vocês sabem quem são os dois que eu indiquei. Um foi compromisso assumido em 2017 de indicar um terrivelmente evangélico. André Mendonça tem suas falhas como ser humano. Chegou, obviamente, indicado por nós, aprovado na sabatina do Senado, que não foi fácil. […] O sistema queria outro nome – destacou.

Além da indicação de Mendonça, que tomou posse como ministro do Supremo Tribunal Federal em 16 de dezembro do ano passado, Bolsonaro indicou também o ministro Nunes Marques, cuja posse aconteceu no dia 5 de novembro de 2020.

Fonte: Pleno News