Nesta segunda-feira (3), o presidente da Fundação Palmares, Sergio Camargo, revelou que, “caso fique saída” e precisa tomar alguma vacina contra a Covid-19, pretende se imunizar com a CoronaVac. De acordo com ele, o imunizante foi desenvolvido utilizando um “método tradicional e já bem conhecido”.

A CoronaVac foi produzida utilizando um método de vírus inativado, que utilizada um vírus morto e incapaz de causar qualquer infecção ou efeito nas pessoas. A vacina da Pfizer utiliza o método de RNA mensageiro, que consiste em utilizar o código genético do vírus para estimular o organismo a produzir anticorpos. Já a vacina da Astrazeneca utiliza o método de vetor viral, um vírus modificado para estimular o organismo a produzir anticorpos.

Ao falar sobre a vacina, Camargo disse que ela “não funciona”, mas que pelo menos não se trata de “DNA alienígena”.

– Não permitirei que injetem “DNA alienígena” no meu corpo. Caso fique sem saída, por conta do infame passaporte, optarei pela CoronaVac. Não funciona, mas ao menos foi desenvolvida utilizando método tradicional e já bem conhecido (vacina de vírus inativado) – apontou.

Em outra publicação, Camargo reforçou que só se imunizaria com a CoronaVac e perguntou se nem a vacina ele poderia escolher.

– “DNA alienígena” no meu corpo, não! Prefiro o vírus inativado (Coronavac), se tiver que tomar alguma vacina. Ou não tenho nem essa liberdade de escolha? – questionou.

Fonte: Pleno News