URGENTE: Pesquisa com Flávio na liderança é “barrada” pelo sistema; Reuniões secretas entre Galípolo e Moraes assombram Brasília

O clima em Brasília é de guerra fria e as trincheiras do “sistema” parecem trabalhar em dobro para conter o avanço conservador. Duas bombas estouraram simultaneamente no colo do governo, expondo o medo real de uma derrota em 2026 e a promiscuidade entre poderes que deveriam ser independentes.

A Pesquisa “Proibida”

Um levantamento recente da Áltica Research trouxe um cenário que causou pânico no PT: Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece numericamente à frente ou tecnicamente empatado com Lula em simulações de segundo turno. No entanto, a divulgação ampla desses dados encontrou uma barreira conveniente: o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Sob a justificativa de que a pesquisa não foi registrada com a antecedência de cinco dias exigida pela legislação eleitoral, os números não podem ser oficializados. Para a oposição, a burocracia serve como uma luva para abafar a realidade das ruas: o desgaste petista é irreversível e o nome Bolsonaro continua sendo a única força capaz de destronar a esquerda. Enquanto institutos tradicionais insistem em cenários confortáveis para o governo, sondagens independentes que mostram o contrário são rapidamente carimbadas como “irregulares”.

O Mistério das Reuniões Secretas

Se a censura velada às pesquisas já preocupa, o que acontece nos gabinetes fechados de Brasília é ainda mais alarmante. Vieram à tona informações sobre reuniões não registradas na agenda oficial entre o ministro Alexandre de Moraes e o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo.

Os encontros, que ocorreram “nas sombras”, teriam tratado da aplicação da Lei Magnitsky e de sanções que poderiam afetar instituições financeiras, como o Banco Master. A justificativa oficial surgiu apenas após o vazamento: Moraes alegou que discutiam bloqueios de contas de investigados. Contudo, a ausência de registro prévio e o sigilo em torno do teor exato das conversas geraram indignação.

Por que o presidente da autoridade monetária precisaria despachar secretamente com um ministro do STF? A falta de transparência alimenta suspeitas de que o Judiciário estaria exercendo influência indevida sobre o sistema financeiro, utilizando o BC como braço auxiliar para asfixiar alvos políticos ou proteger aliados. Senadores já se movimentam para convocar Galípolo a prestar esclarecimentos.

O Brasil assiste, atônito, a um jogo de poder onde as regras valem para uns, mas são ignoradas por aqueles que se julgam donos da nação.

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Bruno Rigacci

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