URGENTE: Esposas de ministros, incluindo Viviane Barci, na primeira fila para ouvir Fachin falar de ÉTICA
A sessão de reabertura dos trabalhos do Judiciário nesta segunda-feira (02) foi marcada por uma cena que, para muitos observadores, beirou o surrealismo. Enquanto o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, discursava enfaticamente sobre a necessidade de um novo “Código de Ética” para a Corte, a plateia na primeira fila trazia presenças ilustres e controversas: as esposas dos próprios ministros.
Entre elas, destacava-se Viviane Barci, esposa do ministro Alexandre de Moraes, ao lado das companheiras de Cristiano Zanin, Dias Toffoli e do próprio Fachin. A localização privilegiada das “primeiras-damas” do judiciário não passou despercebida, gerando um inevitável constrangimento no ar.
O Recado e o Alvo
O discurso de Fachin foi direto: o tribunal precisa dar um sinal claro de mudança. “A questão é saber se já chegou a hora de o tribunal sinalizar, por seus próprios atos, que o momento é outro. Minha convicção é que esse momento chegou”, afirmou o ministro, pregando uma “retomada institucional”.
A grande ironia reside no fato de que o tal Código de Ética, se levado a sério, deve impor regras rígidas justamente sobre a atuação de familiares de magistrados. Há anos, a sociedade critica a atuação de escritórios de advocacia ligados a esposas e filhos de ministros que atuam na cortes superiores, num claro conflito de interesses que o “sistema” sempre fingiu não ver.
Climão no Plenário
Ter Viviane Barci e outras esposas ouvindo, a poucos metros de distância, que suas atividades profissionais podem ser alvo de novas restrições éticas, soa como um aviso — ou uma afronta — dependendo de quem observa. Seria o início de uma verdadeira moralização ou apenas mais um teatro para acalmar a opinião pública enquanto tudo continua como sempre foi?
O Brasil observa atento se esse “novo momento” citado por Fachin sairá do papel ou se as regras valerão para todos, menos para os amigos (e esposas) do rei.





