Surge mais uma informação estarrecedora sobre suposto crime praticado por ministro do STJ
O Superior Tribunal de Justiça (STJ), a “Corte da Cidadania”, mergulhou em uma crise sem precedentes nas últimas 48 horas. Novas revelações sobre o caso do ministro Marco Buzzi, acusado de importunação sexual contra uma jovem de apenas 18 anos, trouxeram detalhes perturbadores que complicam ainda mais a situação do magistrado.
O depoimento que chocou o CNJ
A informação que corre nos bastidores de Brasília é que os depoimentos colhidos pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) são devastadores. A vítima, filha de um casal que mantinha laços de amizade com o ministro, relatou às autoridades que foi agarrada à força por Buzzi durante um banho de mar em Balneário Camboriú (SC), no início de janeiro.
Segundo o relato, o ataque não foi um incidente isolado: o ministro teria forçado contato físico e tentado segurar a jovem por pelo menos três vezes, ignorando suas tentativas de se desvencilhar. A gravidade do relato motivou uma ação rápida da Corregedoria Nacional de Justiça, que já enviou os autos ao Supremo Tribunal Federal (STF), dado o foro privilegiado do magistrado.
Internação às pressas
Logo após a notícia estourar na imprensa e o cerco se fechar com a abertura de procedimentos no STF e no CNJ, Marco Buzzi foi internado às pressas em um hospital de Brasília. A defesa alega que o ministro sofreu um “forte mal-estar”, com dores no tórax e palpitações, após ser surpreendido pelas acusações.
Para muitos observadores, o afastamento médico surge em um momento “conveniente”, paralisando temporariamente a pressão direta sobre ele, enquanto seus pares no tribunal tentam gerenciar o desgaste institucional. O STJ realizou uma sessão a portas fechadas, vetada ao público, onde o clima foi descrito como de “perplexidade e constrangimento”.
O silêncio ensurdecedor
Enquanto a defesa de Buzzi nega veementemente as acusações, classificando-as como “ilações que não correspondem aos fatos”, a sociedade aguarda respostas. O caso expõe a vulnerabilidade das vítimas diante de figuras poderosas da República e coloca em xeque a conduta moral exigida daqueles que têm o dever de julgar os cidadãos.
A Polícia Civil de São Paulo, onde o boletim de ocorrência foi registrado, e o STF agora têm em mãos um caso que não permite meias palavras: ou se comprova um crime hediondo contra a dignidade sexual praticado por uma das maiores autoridades do país, ou estamos diante de uma trama ainda não explicada. O Brasil exige rigor total na apuração.





