Enquanto Aiatolás cortam água de 14 milhões e executam jovens, a esquerda mundial se cala ou distorce a realidade de um regime genocida.

O que assistimos hoje no Irã não é apenas uma crise política, é um massacre humanitário que expõe a verdadeira face do regime dos Aiatolás e, por extensão, a hipocrisia de seus aliados ideológicos ao redor do mundo. Não há mais espaço para tergiversar: os números e os fatos gritam o que muitos insistem em ignorar.

Já se fala em 12 mil mortos. São vidas de inocentes ceifadas apenas por ousarem manifestar indignação contra uma tirania que oprime seu povo há décadas. O “crime” dessas pessoas? Clamar por liberdade e dignidade.

A Barbárie e a Sede

Além da violência direta, a incompetência administrativa desses fanáticos mergulhou a capital, Teerã, no caos. Cerca de 14 milhões de pessoas enfrentam a escassez de água, vítimas do descaso de um governo focado apenas na manutenção do poder e na repressão, enquanto a população padece de sede e medo.

A crueldade do regime se personifica em casos brutais, como a condenação de um jovem de 26 anos à execução. Seu único delito foi participar de uma manifestação. Enquanto isso, o povo continua sendo assassinado a tiros nas ruas.

A Cumplicidade do Silêncio

O que torna o cenário ainda mais repugnante é o comportamento de parte da comunidade internacional, especificamente da chamada “esquerda mundial”. Diante de um regime genocida, impera um silêncio ensurdecedor ou, pior, uma inversão de valores onde as vítimas são covardemente acusadas de serem os agentes da violência.

Faltam adjetivos para descrever a desumanidade de quem é capaz de qualquer ato – por mais demoníaco que seja – para se perpetuar no controle. O sofrimento do povo iraniano é a prova cabal da falência moral desse regime. Que a justiça prevaleça para todos que sofrem.

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Bruno Rigacci

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