SP: Nunes confirma adesão ao projeto de escolas cívico-militares

Cidades

O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), confirmou que a cidade aderirá ao projeto de escolas cívico-militares, sancionado pelo governo estadual. Durante um evento no centro da capital paulista, Nunes enfatizou que a adesão oferecerá aos pais e estudantes de São Paulo a opção por escolas cívico-militares.

Nunes esclareceu que a responsabilidade pedagógica continuará a cargo dos professores, enquanto policiais e bombeiros militares aposentados contribuirão para o ambiente escolar. “São pessoas que prestaram concurso e dedicaram suas vidas para defender as pessoas. Ter esses profissionais, com sua vasta experiência, no ambiente escolar pode ser algo bastante positivo”, afirmou o prefeito.

O prefeito também abordou as desinformações que levam as pessoas a criticar esse modelo escolar. “Me parece que tem um pouco de desinformação no modelo. O que o governo do Estado tem me colocado é que a questão pedagógica continua com os professores normalmente. O que vai ter é uma contribuição importante de policiais e bombeiros militares aposentados. São pessoas que prestaram concurso, dedicaram sua vida para defender as pessoas. Ter esses profissionais após um longo período com um acúmulo bastante importante de experiências, ter isso no ambiente escolar pode ser algo bastante positivo”, pontuou.

De acordo com o projeto de lei, cada escola que aderir ao modelo contará, no mínimo, com um policial ou bombeiro militar da reserva. Esses servidores públicos serão responsáveis por manter a disciplina dos estudantes e estimular o respeito aos símbolos nacionais e os deveres de cidadania.

Ainda não há um número definido de escolas que adotarão o modelo, uma vez que o projeto é direcionado principalmente aos estudantes do ensino médio profissionalizante.

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