Parto de Richthofen teve normas rígidas para evitar vazamentos

Brasil

O parto de Suzane von Richthofen, na última sexta-feira (26) no Hospital Albert Sabin, em Atibaia (SP), foi cercado por um forte esquema de segurança para evitar o vazamento de informações.

Segundo o jornalista Ulisses Campbell, do jornal O Globo, foi montada uma “operação de guerra” para que a passagem dela pelo hospital não se tornasse pública.

Para evitar vazamentos, foi destacado aos funcionários do hospital que Suzane chegaria na madrugada de quinta (25) para sexta usando um casaco moletom com capuz para cobrir a cabeça. Para acessar o hospital, ela entraria pelos fundos.

Os colaboradores do Albert Sabin também foram orientados a não falar com Suzane sobre nenhum assunto que não fosse o parto. Qualquer descumprimento da ordem seria passível, inclusive, de demissão. A proibição se estendeu ao compartilhamento de qualquer informação para fora do hospital de que Richthofen estava lá.

Por fim, operadores de telefonia foram informados de que todas as ligações feitas no período em que Suzane esteve no hospital seriam monitoradas para identificar possíveis vazamentos.

A alta do hospital foi antecipada de domingo ou segunda para sábado à noite, por volta de 21h30. Suzane não recebeu nenhuma visita durante o período em que ficou internada.

A saída dela do hospital também foi feita pelos fundos, ao lado de dois seguranças e da enfermeira de plantão. O acompanhamento pós-cesárea será feito em casa, pelo próprio marido de Suzane, o médico Felipe Zecchini.

Para conseguir ser internada durante a madrugada em Atibaia, Suzane teve de pedir permissão à Justiça, já que ela cumpre pena em regime aberto necessariamente em Bragança Paulista. Pelas regras que estão previstas na Lei de Execução Penal (LEP), ela não pode sair da jurisdição da cidade-domicílio declarada por ela no Fórum de Bragança Paulista.

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