Um homem está sendo procurado pelas autoridades argentinas depois de atirar uma garrafa contra a comitiva presidencial, no domingo (10), quando o novo presidente do país, Javier Milei, desfilava entre o Congresso e a Casa Rosada. O objeto acabou ferindo um dos guarda-costas que protegiam o presidente.

Conforme revelou nesta segunda-feira (11) uma imagem do canal argentino La Nación+, uma garrafa de vidro foi atirada por um homem – cuja imagem foi registrada por câmeras de segurança de rua – no veículo sem capota em que estavam o presidente e sua irmã, Karina Milei, e acertou um dos seguranças da caravana.

A nova ministra da Segurança argentina, Patricia Bullrich, condenou o ataque em uma mensagem publicada na rede social Twitter e garantiu que “quem faz, paga”.

– Falei com o juiz Ariel Lijo, responsável pelo caso, para pedir uma rápida investigação sobre a agressão sofrida ontem pelo presidente da Nação que feriu o subcomissário Guillermo Armentano, integrante da custódia presidencial da Polícia Federal – acrescentou Bullrich.

O ataque está sendo investigado pela Polícia Federal Argentina, mas o ministro da Segurança do Governo da Cidade de Buenos Aires, Waldo Wolff, já confirmou à emissora TN que o agressor se chama Gastón Ariel Mercanzini.

No vídeo do ataque é possível observar que o objeto não atingiu o veículo presidencial, mas um guarda-costas, que ficou ferido no lado esquerdo do pescoço.

Após verificar que nem o presidente nem sua irmã haviam se ferido, a caravana continuou sem parar até que, a certa altura, Milei pediu para parar para cumprimentar as pessoas que o esperavam na Avenida de Mayo e para acariciar um cachorro que também estava na área.

Como pode ser visto nas imagens das câmeras de segurança do Governo de Buenos Aires, o homem atirou a garrafa de um dos lados da avenida por onde o presidente se deslocava e, imediatamente, continuou seu percurso com passo ágil, mas calmo.

Além deste incidente divulgado nesta segunda, o domingo da posse de Milei foi marcado pelo clima de tranquilidade e pela ausência de acontecimentos notáveis, além de uma prisão por roubo nas proximidades da Casa Rosada, sede do governo argentino.

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