O ministro da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, Alexandre Padilha, declarou nesta terça-feira (5) que o governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) empenhou 80% a mais de emendas parlamentares do que o ex-presidente Jair Bolsonaro em 2022.

A declaração foi dada durante reunião com líderes do governo na Câmara, no Senado e do Congresso Nacional, que aconteceu no Palácio do Planalto. O número é referente a emendas empenhadas, isto é, que há reserva de dinheiro, mas que só serão pagas quando um bem ou serviço for entregue ou concluído.

Segundo Padilha, o governo Lula já empenhou R$ 29,7 bilhões em emendas parlamentares, enquanto o governo Bolsonaro empenhou R$ 16,6 bilhões em 2022.

O ministro também disse que o ritmo de pagamento de emendas no governo Lula também é maior. Em 2022, o governo federal pagou R$ 26,26 bilhões aos parlamentares e, neste ano, já foram pagos R$ 29,1 bilhões, um aumento de 11%.

As emendas parlamentares são recursos que os deputados e senadores podem indicar para serem gastos em obras, serviços e projetos em seus estados ou municípios. Elas são uma forma de os parlamentares influenciarem o governo federal a atender às demandas de seus eleitores.

O aumento no empenho de emendas parlamentares no governo Lula é visto como uma forma de o governo agradar aos parlamentares e conquistar apoio para suas iniciativas no Congresso Nacional.

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