O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) iniciou na segunda (27) o teste público de segurança das urnas eletrônicas que serão utilizadas nas eleições de 2024. O procedimento é realizado desde 2009 e tem como objetivo verificar a segurança dos equipamentos que fazem a coleta e a transmissão dos votos dos eleitores.

O teste será realizado por 40 especialistas em tecnologia da informação, que foram selecionados por meio de um processo de inscrição e análise de currículos. Os participantes terão acesso às urnas eletrônicas e aos softwares que as controlam, e poderão realizar testes de invasão, adulteração e fraude.

Os testes serão realizados em um ambiente reservado no 3º andar da sede do TSE, em Brasília. Eles serão divididos em três etapas:

  • Inspeção: Os especialistas irão inspecionar os firmwares das urnas eletrônicas, que são os programas que controlam o funcionamento dos equipamentos.
  • Testes de invasão: Os especialistas tentarão invadir as urnas eletrônicas para alterar os votos ou para impedir a votação.
  • Testes de adulteração: Os especialistas tentarão adulterar os votos já registrados nas urnas eletrônicas.

Após a conclusão dos testes, os especialistas irão elaborar um relatório com as conclusões. Caso sejam encontradas falhas de segurança, o TSE tomará as medidas necessárias para corrigi-las.

Em 2021, também foram realizados testes públicos de segurança das urnas eletrônicas para as eleições de 2022. Nessa ocasião, foram encontradas algumas falhas, mas o TSE as corrigiu antes das eleições.

O teste público de segurança das urnas eletrônicas é um procedimento importante para garantir a confiabilidade do sistema eleitoral brasileiro. O TSE tem realizado este teste desde 2009, e, até o momento, não foram encontradas falhas que possam comprometer a segurança das urnas.

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