O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mais conhecido como Lula, cancelou suas viagens planejadas para São Paulo e Minas Gerais, onde pretendia lançar o Novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), por recomendação médica. Lula tem sentido fortes dores no fêmur devido a uma condição de artrose, e sua cirurgia para tratar o problema está marcada para a próxima sexta-feira (29). A decisão visa permitir que o presidente descanse antes da cirurgia.

Os eventos cancelados ocorreriam em estados cujos governadores são de oposição ao presidente, Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) e Romeu Zema (Novo-MG). Lula afirmou que convidaria os governadores para os eventos, mas que eles ocorreriam com ou sem a presença deles.

A artrose de Lula já estava afetando sua agenda, e ele teve que antecipar seu retorno dos Estados Unidos recentemente. Embora o motivo oficial do retorno antecipado não tenha sido divulgado pelo Planalto, auxiliares sugeriram que se deveu às dores que o presidente vem enfrentando.

O procedimento cirúrgico no fêmur de Lula estava originalmente planejado para setembro devido a sua agenda internacional agitada. Após a cirurgia, o presidente precisará usar um andador para se locomover. A recuperação deve durar cerca de um mês, e a primeira-dama Janja da Silva deverá ajudar Lula a cumprir sua agenda no Palácio do Planalto durante esse período.

A notícia do cancelamento das viagens causou preocupação entre os ministros do governo. Há receio de que o acesso ao presidente se torne mais restrito e que aqueles ministros e auxiliares que não têm uma boa relação com Janja sejam os mais afetados pela mudança na dinâmica de trabalho.

A saúde de Lula continuará sendo monitorada de perto à medida que ele se prepara para sua cirurgia e posterior recuperação.

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