O deputado Eduardo Bolsonaro compartilhou uma capa do jornal Folha de S.Paulo de 1969 com a morte de Carlos Marighella como manchete. O parlamentar chamou atenção para o fato de que o veículo se referiu ao guerrilheiro como “terrorista”.

– Sabia que Marighela já foi chamado pelo nome do que fazia? Que o Brasil já teve avião sequestrado e levado para Cuba? Que a Folha já foi um jornal? – ironizou.

No texto da matéria, o jornal já adota um tom mais “polido”, não repetindo o adjetivo da capa. Carlos Marighella foi um deputado cassado que se tornou guerrilheiro durante o período do regime militar do Brasil. Ele chegou a ser considerado o grande inimigo do regime.

Conforme conta o veículo, Marighela foi morto a tiros por agentes da Operação Bandeirante em 4 de novembro de 1969.

A biografia do guerrilheiro baiano virou filme, dirigido por Wagner Moura, que fez duras críticas ao governo Bolsonaro na pré-estreia do longa, empregando, inclusive, o adjetivo “terrorista”.

Fonte: Pleno News