O cadastro da presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, no Sistema Único de Saúde (SUS) informa que a deputada já estaria morta e insere o sobrenome “Bolsonaro” como um apelido a ela. A alteração das informações são atribuídas a um ataque hacker no sistema e pode dificultar Gleisi de receber a segunda dose da vacina contra a Covid.

Hoffmann recebeu a primeira dose da vacina nesta terça-feira (13) em Brasília, mas após após deixar o posto de imunização, foi informada sobre os problemas no seu cadastro. Agora a deputada precisa provar que está viva para ter seu nome reativado no sistema.

A assessoria da petista encaminhou ao Ministério da Saúde um documento pedindo a correção dos dados de Gleisi e está estudando “que outras medidas podem ser tomadas”.

O deputado Alexandre Padilha, do mesmo partido e ministro da Saúde no governo Dilma, disse à colega que o site da pasta já sofreu diversos ciberataques e que a alteração no seu cadastro poderia estar relacionada a isso.

Em um dos vazamentos, pelo menos 16 milhões de brasileiros diagnosticados com suspeita de Covid ou com Covid confirmada tiveram seus dados pessoais e médicos vazados, incluindo o presidente Jair Bolsonaro, seus familiares, Eduardo Pazuello, Onyx Lorenzoni, Damares Alves, João Doria e outros políticos.

Fonte: Pleno News