Atuação de Paulo Gonet na PGR é alvo de duras críticas por suposta parcialidade

O Procurador-Geral da República (PGR), Paulo Gonet, tem sido alvo de fortes críticas a respeito de suas recentes manifestações processuais. Um texto opinativo divulgado nesta quarta-feira (4) pelo Jornal da Cidade Online classificou a atuação de Gonet à frente do Ministério Público como uma “vergonha”, acusando-o de agir de maneira extremamente parcial e de estar alinhado a “interesses inconfessáveis”.

A Comparação de Leandro Ruschel

O ponto central da crítica baseia-se em uma declaração do ativista político Leandro Ruschel, que apontou o que considera ser uma discrepância nos critérios adotados pelo PGR para avaliar riscos e pedir prisões.

Para ilustrar a suposta contradição, Ruschel fez um paralelo entre dois perfis de investigados:

  • Manifestantes conservadores: O ativista ironizou que “velhinhas com Bíblia na mão” protestando contra o regime foram interpretadas como um “perigo imediato”, culminando na prisão de todas.

  • O caso do banqueiro: Em contrapartida, Ruschel destacou o caso de um “banqueiro bilionário” — em referência a Daniel Vorcaro —, que é acusado de mandar um “jagunço” (apelidado de “Sicário”) simular um assalto para quebrar os dentes de um desafeto. Segundo o ativista, para este caso, a PGR considerou que “não há nenhum perigo iminente”.

O portal utiliza essa comparação para endossar a narrativa de que o Ministério Público, sob a gestão atual, estaria adotando “dois pesos e duas medidas” no tratamento jurídico de diferentes cidadãos.

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Bruno Rigacci

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