URGENTE: EUA e Israel atacam o Irã em ação coordenada

O Oriente Médio entrou em um cenário de guerra direta na madrugada deste sábado (28). Em uma operação conjunta sem precedentes, as forças militares dos Estados Unidos e de Israel lançaram ataques aéreos contra múltiplos alvos dentro do território do Irã. O presidente americano, Donald Trump, confirmou o início de “grandes operações de combate” em um pronunciamento à nação.

Relatos iniciais indicam que fortes explosões foram ouvidas no centro da capital, Teerã, e em cidades estratégicas como Isfahan, Qom, Karaj e Kermanshah.

Justificativas e Alvos da Ofensiva

Segundo o presidente Trump e autoridades israelenses, a ofensiva teve caráter “preventivo” e “defensivo”. O objetivo declarado é destruir o programa nuclear iraniano e lançadores de mísseis, eliminando o que Washington e Tel Aviv classificam como “ameaças iminentes” à segurança de ambos os países e de seus aliados na região.

Trump justificou a ação alegando o fracasso das negociações recentes sobre o acordo nuclear e acusou Teerã de reconstruir seu programa de armas enquanto desenvolve mísseis de longo alcance. “O objetivo é garantir a incapacidade do Irã de desestabilizar o mundo”, afirmou o presidente americano.

Autoridades de Israel, que declararam estado de emergência “especial e imediato” em todo o país, afirmaram que centenas de alvos militares foram atingidos. Há relatos não confirmados de que líderes iranianos, incluindo o líder supremo Ali Khamenei, poderiam estar entre os alvos potenciais da inteligência ocidental.

Irã Retalia e Tensão Escala

A resposta de Teerã foi imediata. Poucas horas após o início dos bombardeios, o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) anunciou o lançamento de ondas de mísseis balísticos e drones contra o território israelense e bases militares americanas no Oriente Médio.

Sirenes de alerta aéreo soaram em várias cidades de Israel, com registros de explosões na região de Haifa. Na região do Golfo, sistemas de defesa aéreo da coalizão foram acionados para interceptar mísseis iranianos.

O IRGC alertou que todos os ativos dos EUA na região são considerados “alvos legítimos”, ampliando o risco de um conflito regional generalizado.

Vítimas Civis e Cenário Incerto

Embora o foco inicial tenham sido instalações militares, as primeiras informações sobre vítimas civis dentro do Irã já começam a surgir. Agências de notícias locais relatam a morte de dezenas de civis durante os bombardeios.

Em um episódio trágico, uma escola primária feminina na cidade de Minab, no sul do Irã, foi atingida, resultando na morte de pelo menos 51 alunas. Imagens divulgadas mostram moradores tentando resgatar vítimas sob os escombros.

O espaço aéreo iraniano foi fechado, e países da região e potências globais monitoram com extrema preocupação a escalada militar, que representa a maior força militar dos EUA reunida no Oriente Médio desde a invasão do Iraque em 2003.

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Bruno Rigacci

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