URGENTE: Termina a reunião de Mendonça com a Polícia Federal

Brasília prende a respiração. Chegou ao fim, há instantes, uma das reuniões mais aguardadas e tensas dos últimos tempos nos bastidores do poder. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, esteve frente a frente com integrantes e delegados da Polícia Federal, e o clima nos corredores indica que o recado dado foi claro, direto e sem margem para duplas interpretações.

O freio de arrumação necessário

Conhecido por sua postura garantista, perfil técnico e respeito inegociável à Constituição, Mendonça tem sido apontado como uma das raras vozes de equilíbrio dentro de uma Corte frequentemente criticada por seus excessos e decisões monocráticas implacáveis. Informações de bastidores indicam que a pauta central do encontro envolveu a condução de inquéritos sensíveis, os limites da atuação policial e a necessidade urgente de assegurar o devido processo legal.

A reunião ocorre em um momento em que a sociedade brasileira e juristas renomados questionam a legalidade de diversas operações, apontando para o que classificam como “pescaria probatória” (quando se investiga sem alvo ou crime definido apenas para encontrar algo contra o investigado) e uso do aparato estatal para perseguição de opositores políticos.

Resistência Institucional

Para a oposição e para a imensa parcela da população que clama por uma Justiça verdadeiramente cega e imparcial, a postura de Mendonça representa um alento. O encontro com a PF sinaliza que o ministro não está disposto a endossar o rolo compressor que atropela prerrogativas e direitos fundamentais sob a justificativa de “proteger as instituições”.

A Polícia Federal, que nos últimos anos foi arrastada para o centro do furacão político, ouviu parâmetros rígidos. O recado que ecoa após o fim da reunião é um só: a Constituição de 1988 não é um mero pedaço de papel que pode ser rasgado ou flexibilizado em nome de conveniências narrativas.

Os próximos dias mostrarão os efeitos práticos desse encontro decisivo. O jogo em Brasília pode estar, finalmente, voltando para dentro das quatro linhas.

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Bruno Rigacci

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