Implacável e contra o povo, Lula fecha 2.800 leitos psiquiátricos, obstétricos e pediátricos
O discurso do “governo do amor” e da “defesa dos mais pobres” esbarra, mais uma vez, na dura e cruel realidade dos fatos. Enquanto a máquina pública não hesita em torrar cifras milionárias com viagens internacionais de luxo, inchaço dos ministérios e verbas bilionárias de publicidade, a população brasileira que depende do Sistema Único de Saúde (SUS) sofre um golpe desumano.
Estatísticas estarrecedores revelam que o governo de Luiz Inácio Lula da Silva fechou nada menos que 2.800 leitos psiquiátricos, obstétricos e pediátricos em todo o país. O número não é apenas um dado burocrático, mas a representação de um verdadeiro desmonte na ponta do sistema, atingindo covardemente as camadas mais vulneráveis da sociedade.
O abandono das mães, das crianças e dos doentes
O que significa, na prática, passar a tesoura em 2.800 leitos cruciais?
Obstetrícia: Significa que gestantes em situação de risco terão ainda mais dificuldade de encontrar um ambiente seguro e digno para dar à luz, correndo risco de vida nas portas de hospitais lotados.
Pediatria: Crianças e recém-nascidos doentes enfrentarão a temida “fila da morte” nos corredores do SUS, aguardando um leito que simplesmente deixou de existir.
Psiquiatria: Pacientes com transtornos mentais severos e dependentes químicos perdem seu suporte de internação. Muitos são, inevitavelmente, atirados à própria sorte nas ruas, aumentando a miséria urbana e as cracolândias sob a desculpa de “políticas antimanicomiais” que, na prática, oferecem apenas o abandono.
É uma decisão política implacável e contra o povo. A tesoura governamental, tão ausente na hora de cortar privilégios, mordomias e os gastos exorbitantes do alto escalão, mostrou-se rápida e impiedosa para asfixiar a estrutura hospitalar.
O silêncio ensurdecedor da velha imprensa
A hipocrisia do cenário ganha contornos revoltantes quando observamos a reação da grande mídia. Lembra-se de como o consórcio de imprensa tratava a saúde pública na gestão do ex-presidente Bolsonaro? O menor dos entraves era imediatamente rotulado no horário nobre como “genocídio” ou “crime contra a humanidade”.
Hoje, diante do fechamento escandaloso de quase 3 mil leitos indispensáveis à vida dos brasileiros, o silêncio é absoluto. Nenhuma manchete indignada, nenhuma comoção de jornalistas, nenhum “especialista” convocado para criticar o atual Ministério da Saúde. O aparelhamento narrativo prova que, para certas redações, os problemas do Brasil deixaram de existir assim que as verbas governamentais voltaram a fluir.
A conta chega para o cidadão
Enquanto narrativas fantasiosas de um Brasil “pacificado” são vendidas para a comunidade internacional, o cidadão comum, esmagado por impostos, percebe a realidade. O fechamento drástico desses leitos escancara que as prioridades do atual Palácio do Planalto passam muito longe das dores reais e desesperadoras do trabalhador brasileiro.
A dura lição que fica é que, na gestão atual, a saúde pública é apenas um detalhe na retórica.





