URGENTE: STF faz forte pressão para que CPI não aprove quebra de sigilo da empresa de Dias Toffoli

O cerco se fecha e o “sistema” reage com a força bruta de quem teme a verdade. Nesta sexta-feira (13), os bastidores de Brasília fervem com a notícia de que o Supremo Tribunal Federal (STF) entrou em campo para impedir que a CPI do Crime Organizado avance sobre os negócios da família de Dias Toffoli.

O senador Alessandro Vieira, relator da comissão, teve a coragem de requerer a quebra dos sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático da Maridt Participações. A empresa, que até então era ligada apenas aos irmãos do ministro — o padre José Carlos e o engenheiro José Eugênio — agora tem um novo e explosivo componente: o próprio Dias Toffoli também figura como proprietário.

O Pânico do “Mecanismo”

A simples possibilidade de abrir a caixa-preta dessa empresa gerou pânico. Segundo nota do jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, há uma “forte pressão do STF e do mercado financeiro para que o requerimento não seja aprovado”.

A pergunta que não quer calar é: o que eles têm tanto medo que o Brasil descubra?

Crime de Obstrução de Justiça?

Se a informação de que ministros da Suprema Corte estão pressionando senadores para travar investigações for confirmada, estamos diante de um escândalo sem precedentes e de um crime flagrante.

A lei é clara e não deixa margem para interpretações criativas, como as que o STF costuma fazer:

“O crime de obstruir investigação é estabelecido no artigo 2º, parágrafo 1º, da Lei das Organizações Criminosas (Lei 12.850/2013), e se aplica tanto às tentativas de atrapalhar inquérito policial quanto às de ação penal.”

Portanto, se a Corte está atuando para blindar um de seus membros, ela não está apenas agindo de forma imoral; está agindo, em tese, de forma criminosa.

O Brasil observa atento. A CPI terá a independência necessária para aprovar o requerimento ou se curvará, mais uma vez, aos ditames da “Ditadura da Toga”?

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Bruno Rigacci

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