AO VIVO: Toffoli é completamente abandonado pelos pares e vive seu pior momento no STF (VEJA O VÍDEO)
Se havia alguma dúvida de que o castelo de cartas do “mecanismo” começou a desmoronar, a sessão plenária do Supremo Tribunal Federal (STF) desta sexta-feira (13) dissipou todas elas. Em transmissão ao vivo para todo o país, o ministro Dias Toffoli foi protagonista de uma cena de humilhação pública raramente vista na história da Corte.
O episódio ocorreu logo após a abertura dos trabalhos. Visivelmente abatido e tentando demonstrar uma normalidade que já não existe, Toffoli pediu a palavra para tentar justificar sua decisão monocrática de ontem — aquela que tentou travar as investigações da PF e que foi anulada pelo ministro Edson Fachin.
O Silêncio Ensurdecedor
O que se seguiu foi um silêncio gélido. Enquanto Toffoli discursava sobre “respeito institucional” e “excessos da polícia”, as câmeras da TV Justiça flagraram a reação — ou a falta dela — dos demais ministros.
Gilmar Mendes, histórico aliado e fiador das manobras garantistas, sequer olhou para o lado. Manteve-se de cabeça baixa, folheando papéis, num sinal claro de que soltou a mão do companheiro. Alexandre de Moraes, habitualmente vocal, permaneceu mudo, com semblante fechado.
O golpe de misericórdia veio do presidente da sessão (na ausência de Barroso), o próprio Edson Fachin. Quando Toffoli tentou prolongar sua fala vitimista, Fachin o interrompeu secamente:
“Ministro, a questão já está judicializada e encaminhada à PGR. Não é momento para debates fora dos autos. A pauta segue.”
“Acabou, Toffoli”
Nos bastidores, a leitura é unânime: a “missa de corpo presente” já foi rezada. Ao ser abandonado publicamente por seus pares, o recado é de que o STF decidiu entregar os anéis para tentar salvar os dedos. A instituição, ferida de morte pela exposição das transações financeiras suspeitas, tenta se descolar da imagem do ministro.
Para Toffoli, restaram duas saídas: a renúncia honrosa ou o calvário do impeachment, que agora ganha força inédita com o aval velado dos próprios colegas de toga.
O Brasil está vendo. E não vai esquecer.





