URGENTE: Nikolas impõe derrota humilhante ao PSOL e conquista vitória expressiva na Justiça Eleitoral

A “máquina de processar” da esquerda quebrou a cara mais uma vez. Nesta quarta-feira (11), o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) obteve uma vitória maiúscula no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), impondo uma derrota acachapante ao PSOL, partido que tentava, via judicial, calar uma das principais vozes da direita no Brasil.

A legenda socialista havia movido uma representação acusando Nikolas de “propaganda eleitoral antecipada negativa” e “discurso de ódio”. O motivo? Vídeos em que o parlamentar criticava a doutrinação ideológica nas escolas e expunha contradições de pré-candidatos da esquerda para o pleito de outubro.

O Tiro Saiu pela Culatra

O PSOL pedia a remoção imediata dos conteúdos, aplicação de multa pesada e até a suspensão das redes sociais do deputado. No entanto, a decisão da Corte foi unânime em favor de Nikolas.

O relator do caso foi taxativo ao desmontar a narrativa psolista. Na sentença, o magistrado destacou que as falas de Nikolas estão amparadas pela imunidade parlamentar e pela liberdade de expressão, ressaltando que “a crítica política, ainda que ácida ou contundente, é pilar da democracia e não pode ser confundida com crime eleitoral”.

Mais do que apenas rejeitar o pedido, a Justiça condenou o PSOL ao pagamento de honorários de sucumbência. Ou seja: o partido que queria tirar dinheiro de Nikolas agora terá que abrir os próprios cofres para pagar os advogados do conservador.

“O Choro é Livre”

Nas redes sociais, Nikolas Ferreira não perdeu a oportunidade de celebrar a vitória com a ironia que lhe é peculiar.

“Tentaram me calar no tapetão porque não conseguem me vencer no debate. A Justiça foi feita. Eles queriam me multar, agora vão ter que me pagar. O choro é livre, e a verdade também”, disparou o deputado em um vídeo que já viralizou.

Precedente Importante para 2026

Analistas jurídicos avaliam que a decisão cria um precedente importantíssimo para a campanha de 2026. Ela sinaliza um freio no ativismo judicial que vinha sendo utilizado sistematicamente para blindar políticos de esquerda de críticas legítimas.

Para a oposição, a vitória de Nikolas é um sopro de esperança de que o pleito deste ano poderá ter, minimamente, paridade de armas, apesar da perseguição constante do sistema. O PSOL, humilhado nos autos, disse que vai recorrer ao TSE, mas o clima em Brasília é de que a “lacração” jurídica perdeu a validade.

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Bruno Rigacci

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