URGENTE: Lula conta com ajuda de ministros do STF para afundar o Brasil em sua pior posição na história no ranking de corrupcao
O mundo agora confirma o que o brasileiro sente na pele todos os dias: a corrupção venceu. O Brasil amanheceu nesta quarta-feira (11) humilhado internacionalmente ao figurar na 107ª posição no Índice de Percepção da Corrupção (IPC), divulgado pela Transparência Internacional. Com míseros 35 pontos, o país repete seu pior desempenho histórico, afundado na lama da impunidade e ombreado com nações sem qualquer tradição democrática.
Mas o buraco é mais embaixo. O relatório não aponta apenas “falhas de gestão”. Ele desenha, com todas as letras, o mapa da mina: o desmonte do combate à corrupção no Brasil é um projeto de poder orquestrado pelo Palácio do Planalto com a “ajuda luxuosa” de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
O “Dedo” do STF na Vergonha Nacional
O documento da Transparência Internacional é devastador ao citar nominalmente as decisões monocráticas que rasgaram a segurança jurídica do país. A suspensão e anulação bilionária das multas dos acordos de leniência — benesse concedida pelo ministro Dias Toffoli a empresas como a antiga Odebrecht (hoje Novonor) e a J&F — é apontada como um dos pilares desse retrocesso vergonhoso.
Enquanto o trabalhador brasileiro paga seus impostos em dia, os “amigos do rei” que confessaram saquear a Petrobras ganharam um salvo-conduto bilionário, com o aval da Suprema Corte.
Além disso, o relatório menciona preocupações gravíssimas sobre o Caso Banco Master, envolvendo citações a ministros da corte e uma blindagem institucional que impede investigações profundas. O que deveria ser a casa da justiça virou, aos olhos do mundo, um escritório de advocacia para garantir a impunidade de poderosos.
Lula e a “Normalização” do Crime
Para o governo Lula, a notícia é apenas um “detalhe”. O petista, que prometeu “colocar o pobre no orçamento”, na verdade colocou o corrupto de volta à cena do crime. A estagnação do Brasil no ranking reflete a cooptação total das estatais, o retorno do loteamento político e a perseguição implacável a quem ousa investigar o sistema.
A mensagem passada ao investidor estrangeiro e à comunidade internacional é clara: no Brasil de Lula e do STF, o crime compensa, a lei é optativa e a honestidade é punida.
O “voo de galinha” da economia maquiada não esconde mais a realidade moral do país. Estamos no fundo do poço, e quem segura a corda para não nos deixar subir são, ironicamente, aqueles que deveriam proteger a Constituição.





