URGENTE: Relator da CPI do Crime Organizado esclarece medidas contra ministros do STF; veja o vídeo
O clima em Brasília é de tensão máxima. O que parecia impossível aconteceu: a “caixa-preta” do Judiciário pode finalmente ser aberta. Nesta segunda-feira (09), o relator da CPI do Crime Organizado quebrou o silêncio e esclareceu, ponto a ponto, as medidas que a comissão pretende adotar contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e seus familiares.
Em um pronunciamento corajoso, que a velha mídia tenta a todo custo abafar, o senador explicou a necessidade urgente de investigar as denúncias que ligam o Banco Master a transações suspeitas envolvendo escritórios de advocacia ligados a familiares dos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli.
“Ninguém está acima da lei”
O relator foi enfático ao afirmar que a CPI não busca um confronto institucional, mas sim a verdade que o povo brasileiro exige. Segundo o parlamentar, existem indícios documentais que justificam a quebra de sigilo bancário e fiscal de parentes dos magistrados, além da convocação para depor.
“Não podemos admitir que, sob o manto da toga, existam cidadãos inalcançáveis. Se há indícios de venda de sentenças ou de lavagem de dinheiro via escritórios de parentes, é dever do Parlamento investigar. A Constituição vale para todos”, disparou o relator.
O medo do Sistema
A reação nos bastidores do STF foi imediata. Fontes indicam que a pressão sobre os membros da CPI aumentou drasticamente nas últimas horas, com ameaças veladas de retaliação judicial. No entanto, a base conservadora no Congresso, fortalecida pelos acontecimentos recentes, parece disposta a ir até as últimas consequências.
Explicando as razões para os pedidos de quebra de sigilo e convocações de figuras ligadas aos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli na CPI do Crime Organizado: pic.twitter.com/Ekbnq61CZt
— Alessandro Vieira (@_AlessandroSE) February 9, 2026





