“O Brasil tem se posicionado contra Israel”: Vivemos tempos de intensa escuridão
Em meio a um cenário global turbulento, o posicionamento do governo brasileiro em relação a Israel tem gerado alertas contundentes de especialistas e líderes religiosos. A análise é clara: vivemos tempos de “intensa escuridão”, onde o alinhamento diplomático do país não apenas rompe com tradições históricas, mas sinaliza uma perigosa direção espiritual e política.
Desde os ataques de 7 de outubro, que marcaram o início de uma nova e dolorosa guerra para o Estado judeu, o mundo assiste a acontecimentos históricos. No entanto, enquanto Israel luta por sua sobrevivência em um dos conflitos mais complexos da era moderna, uma parte significativa das lideranças e da mídia brasileira parece ter escolhido o lado oposto — ou, no mínimo, um silêncio cúmplice.
O Custo do Sangue e o Silêncio Ensurdecedor
A vitória de Israel em suas frentes de batalha tem sido descrita por observadores como “milagrosa”, dada a magnitude das ameaças existenciais enfrentadas. Contudo, essa vitória cobrou um preço altíssimo em vidas. Paralelamente, há uma denúncia grave que muitas vezes é ignorada pelos grandes veículos de comunicação: a perseguição massiva contra cristãos ao redor do mundo, que ocorre sob a indiferença da mídia secular.
O professor e arqueólogo bíblico Miguel Nicolaevsky, em recente análise, destaca que o Brasil, ao se posicionar contra Israel, manifesta sintomas do que ele classifica como a “apostasia da igreja brasileira”. Para ele, não se trata apenas de geopolítica, mas de princípios espirituais que fundaram o Ocidente.
Consequências Políticas e Espirituais
A crítica central recai sobre a ideia de que Israel não é apenas mais uma nação no mapa, mas um pilar fundamentado em alianças milenares — Abraâmica, Davídica e Palestina. A história do povo judeu e a própria fundação do Cristianismo estão intrinsecamente ligadas a essa terra.
Ao virar as costas para Israel, o Brasil estaria atraindo para si consequências severas. “Não tenho dúvida de que colheremos as consequências dessa apostasia também no âmbito político e republicano”, alerta a análise. O distanciamento de Jerusalém é visto não apenas como um erro diplomático, mas como um rompimento com raízes que sustentam a própria identidade cultural e religiosa de grande parte da população brasileira.
Um Alerta para a Nação
O cenário desenhado é de urgência. O silêncio das instituições e o posicionamento hostil do atual governo contra a única democracia do Oriente Médio são apontados como sinais de tempos sombrios. A mensagem que fica é um chamado à reflexão: o alinhamento do Brasil no cenário internacional reflete os valores de seu povo ou os interesses ideológicos de um grupo momentâneo no poder?
Enquanto a “intensa escuridão” tenta avançar, vozes conservadoras continuam a ecoar o alerta de que nações que se voltam contra Israel historicamente enfrentam o declínio. Resta saber se o Brasil ouvirá o aviso a tempo.





