URGENTE: Moraes acusa matéria de “criminosa” e se cala após reação firme; jornalista expõe o verdadeiro motivo do silêncio

O ministro Alexandre de Moraes, acostumado a ver suas ordens cumpridas sem questionamentos, parece ter encontrado uma barreira intransponível. Após classificar como “criminosa” uma reportagem do site Metrópoles que revelava suas visitas à mansão do banqueiro Daniel Vorcaro, o magistrado subitamente silenciou. Não houve mandados de busca e apreensão, nem ordens de prisão — apenas um silêncio ensurdecedor que diz muito mais do que qualquer despacho judicial.

O Embate e o Recuo

A matéria em questão afirmava textualmente que Moraes esteve por duas vezes na residência de Vorcaro, figura central em recentes escândalos financeiros. A reação inicial do ministro foi explosiva, tentando desqualificar o jornalismo com a pecha de crime. No entanto, o veículo de imprensa manteve a informação, sustentando a veracidade dos fatos e, na prática, desafiando a versão do ministro.

Diante da firmeza da reportagem, o “Super Ministro” recolheu-se. Uma atitude atípica para quem, nos últimos anos, não hesitou em usar a máquina do Estado para calar críticos e perseguir opositores.

O Motivo Revelado

Para o jornalista Paulo Figueiredo, o motivo desse recuo estratégico é claro e cristalino: medo das provas. Em comentário contundente, Figueiredo afirmou ter fontes seguras de que a presença de Moraes na mansão não apenas aconteceu, como pode ser comprovada.

“Eu vou dizer pra vocês porque Alexandre de Moraes não falou: porque ele sabe que o Metrópoles tem como provar que ele estava lá. (…) Esse corte vai acabar chegando pra você, Alexandre: o Metrópoles tem como provar”, disparou o jornalista.

O Fim da Intocabilidade?

O episódio levanta uma questão crucial: estaria a blindagem de Moraes começando a ruir? Se existem registros dessas visitas a banqueiros investigados, a narrativa de imparcialidade e “defesa da democracia” cai por terra, revelando uma promiscuidade entre o Judiciário e o poder financeiro que o Brasil precisa conhecer.

O ministro engoliu seco. Resta saber até quando ele conseguirá segurar essa bomba.

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Bruno Rigacci

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