Situação de Bolsonaro “piora a cada dia”: O cerco implacável do sistema e a nova ofensiva judicial

A frase ecoa nos corredores de Brasília como um mantra repetido pelos adversários da liberdade: “A situação de Bolsonaro piora a cada dia”. O que para a grande mídia é motivo de comemoração, para a base conservadora soa como o alerta máximo de que o mecanismo de persecução política (o chamado lawfare) atingiu seu ápice.

A narrativa de que o cerco está se fechando ganhou força total nas últimas semanas. Não bastassem os inquéritos já conhecidos — como o das joias e o dos cartões de vacina — o “sistema” decidiu requentar investigações antigas. Recentemente, a pedido da PGR, o STF determinou a reabertura do inquérito sobre uma suposta interferência de Bolsonaro na Polícia Federal, um caso que muitos juristas consideravam página virada, mas que volta agora com força total para pressionar a defesa do ex-presidente.

A “Pesca Probatória” e o Inquérito do “Golpe”

Analistas independentes apontam que o judiciário, em consórcio com parte da imprensa, promove uma verdadeira devassa. O relatório da Polícia Federal sobre a suposta tentativa de golpe de Estado é a peça central dessa ofensiva, atribuindo a Bolsonaro o “domínio direto” de atos que jamais se concretizaram. Mesmo sem provas cabais de ordens diretas para ruptura institucional, a narrativa construída é de que ele tinha “pleno conhecimento”, o que basta para sustentar indiciamentos em série.

O Objetivo Final

Para aliados próximos, o objetivo dessa escalada não é apenas jurídico, mas eleitoral. Com a popularidade de Bolsonaro intacta nas ruas — onde o povo continua a recebê-lo com multidões —, a estratégia seria inviabilizar qualquer capital político que ele possa transferir em 2026. A reabertura de casos e a ameaça constante de uma prisão preventiva servem para manter o clima de tensão e tentar desmoralizar o líder da direita nacional.

“É uma situação frágil criada artificialmente. Tentam justificar o injustificável para manter uma espada sobre a cabeça do ex-presidente”, comentam juristas que acompanham o caso, criticando o que chamam de medidas “vergonhosas” contra a liberdade de Bolsonaro.

O Brasil assiste, atônito, ao desenrolar de um capítulo sombrio onde a justiça parece ter lado, e o alvo tem nome e sobrenome.

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Bruno Rigacci

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