Novo algoz impõe deprimente humilhação a Xandão

Quando parecia que o fundo do poço já havia chegado para a credibilidade do Supremo Tribunal Federal (STF), Elon Musk provou que sempre é possível cavar mais um pouco. Nesta quarta-feira (28), o bilionário e conselheiro americano impôs o que analistas estão chamando de a “humilhação definitiva” ao Ministro Alexandre de Moraes.

O episódio ocorreu poucas horas após o perfil oficial do STF na plataforma X (antigo Twitter) publicar uma nota defensiva, tentando justificar as visitas de Moraes à mansão do banqueiro Daniel Vorcaro como “atividades institucionais de rotina”.

A “Etiqueta da Vergonha”

Em um movimento fulminante, a postagem do STF foi carimbada com uma Nota da Comunidade (Community Note) – a ferramenta de verificação colaborativa da plataforma. O texto anexado pelos usuários, e ratificado pelo algoritmo de Musk, dizia:

“Os encontros mencionados não constam na agenda oficial pública do Ministro. Investigações da Polícia Federal e reportagens internacionais confirmam que as reuniões ocorreram em ambiente privado (bunker) e trataram de processos sob sigilo envolvendo o Banco Master.”

O Golpe de Misericórdia

Como se a correção pública não fosse vexatória o suficiente, Elon Musk fez questão de compartilhar o print da nota do STF com a correção estampada. Na legenda, apenas uma frase, mas com o peso de uma sentença:

“Truth matters. Even for supreme judges.” (A verdade importa. Até para juízes supremos.)

A postagem de Musk fixou-se no topo das tendências mundiais. Pela primeira vez na história, a “suprema verdade” de um ministro do STF foi desmentida em tempo real, em sua própria casa digital, sob o aplauso de milhões de internautas.

Silêncio no Bunker

Nos corredores de Brasília, o clima é de velório. Assessores relatam que a ordem é de silêncio absoluto. Não há como prender a “Comunidade”, não há como multar o algoritmo e, com Trump na Casa Branca, não há como intimidar Musk.

Alexandre de Moraes, que um dia sonhou em controlar as redes sociais, acabou sendo publicamente educado por elas. A humilhação não foi apenas jurídica ou política; foi moral. E dessa, dificilmente se recorre.

Compartilhe nas redes sociais

Bruno Rigacci

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Este site usa cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site! ACEPTAR
Aviso de cookies