O mundo finalmente está entendendo a realidade brasileira e a questão do STF
Ora, ora, parece que finalmente os americanos e a imprensa mundial estão conseguindo entender a triste realidade brasileira. A bolha da narrativa oficial furou e o que a velha mídia nacional tenta esconder, os jornais estrangeiros estampam.
Recentemente, a conceituada revista The Economist tocou na ferida exposta do judiciário brasileiro. Ao analisar as consequências nefastas da liquidação do Banco Master e os escândalos envolvendo figuras proeminentes, a publicação internacional foi cirúrgica:
“As consequências da liquidação do Banco Master estão se tornando desagradáveis. Isso reforça a impressão entre os eleitores brasileiros de que o Supremo Tribunal Federal carece de imparcialidade.”
Para o analista Marco Angeli, a revista foi até “polida” demais. Segundo ele, dizer que “reforça a impressão” é eufemismo. O termo correto seria “confirma”. A percepção de que a Corte Suprema atua com viés político e interesses escusos não é mais uma “teoria da conspiração” de conservadores, mas um fato observado globalmente.
O mundo assiste, perplexo, ao desmoronar da segurança jurídica no Brasil.





