Estresse extremo e “crueldade política” podem levar Bolsonaro a óbito, alertam projeções médicas
Projeções médicas divulgadas nesta semana trazem um alerta grave sobre o estado de saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL): o estresse extremo, somado à contínua pressão política e jurídica, tem agravado seu quadro clínico e pode levá-lo a óbito. O aviso surge logo após o incidente ocorrido na noite da última segunda-feira (6), quando Bolsonaro sofreu uma queda dentro da Superintendência da Polícia Federal, resultando em trauma na cabeça.
Para médicos independentes que acompanham o caso, o acidente não foi um evento isolado, mas um reflexo físico do esgotamento mental e emocional de quem enfrenta o que a própria defesa classifica como “perseguição implacável”.
“Crueldade sem limites”
A avaliação dos especialistas é contundente. O contexto ao qual o ex-presidente está submetido é descrito como um gatilho para a deterioração de sua saúde.
“O que estão fazendo com Jair Bolsonaro é uma crueldade sem limites. O Brasil assiste a uma perseguição implacável e a um julgamento injusto, um intenso abalo psicológico em um homem com histórico clínico grave”, afirmaram médicos ouvidos, destacando que a disputa política parece ter ultrapassado a barreira da preservação da vida.
O fator de risco: Histórico e Apneia
A preocupação médica se fundamenta em um histórico complexo. Desde o atentado a faca sofrido em 2018, Bolsonaro passou por múltiplas intervenções cirúrgicas e, recentemente, foi submetido a novos procedimentos para correção de hérnias e aderências intestinais — sequelas diretas do ataque.
O quadro se torna ainda mais crítico devido ao diagnóstico de apneia do sono. Especialistas alertam que essa condição, quando combinada a altos níveis de estresse e idade avançada, eleva drasticamente o risco cardíaco, podendo resultar em morte súbita. A prisão e a rotina de tensão constante dificultam o acompanhamento rigoroso que essas comorbidades exigem.
O episódio do dia 6 de janeiro levanta uma questão que vai além das posições partidárias: até que ponto a pressão institucional pode comprometer a dignidade humana? Para os observadores, quando o embate político ignora a fragilidade física, o resultado pode ser devastador não apenas para o indivíduo, mas para a credibilidade das instituições que o tutelam.





