URGENTE: Nikolas lança novo vídeo para “abalar” a República (veja o vídeo)

Nesta quinta-feira, 8 de janeiro de 2026, data que marca exatos três anos do fatídico dia que mudou a história recente do país, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) decidiu não deixar a efeméride passar em branco. O parlamentar lançou nas redes sociais um vídeo que promete gerar grande repercussão nacional, seguindo a estratégia de impacto utilizada em casos anteriores, como as denúncias sobre o “PIX” e o “escândalo do INSS”.

Logo na abertura do material, Nikolas faz uma provocação direta, afirmando que o conteúdo foi produzido especificamente “para quem discorda dele”, numa tentativa de furar a bolha ideológica e apresentar uma visão alternativa aos discursos oficiais do governo e do Judiciário sobre os atos de 2023.

O caso Clezão e a “Inércia do STF”

O ponto central e mais emotivo do vídeo é a retomada do caso de Cleriston Pereira da Cunha, conhecido como “Clezão”. O deputado utiliza a história do empresário — preso pelos atos de 8 de janeiro e falecido dentro do complexo penitenciário da Papuda em novembro de 2023 — para contestar a narrativa de defesa da democracia.

Segundo Nikolas, Clezão foi “um pai que morreu na cadeia por conta da inércia do STF (Supremo Tribunal Federal)”. O parlamentar argumenta que a manutenção da prisão, mesmo diante dos laudos médicos que alertavam para o risco de morte, demonstra o que ele classifica como a verdadeira face do sistema punitivo atual.

O Contraponto

Ao expor as falhas no processo e o tratamento dado aos presos, o deputado busca inverter a lógica predominante sobre a data. Para ele, é necessário questionar quem verdadeiramente “atenta contra a democracia”: se são apenas os manifestantes condenados ou se há responsabilidade institucional na condução das prisões e nas garantias de direitos fundamentais.

O vídeo já começa a circular massivamente em grupos de mensagens e redes sociais, reacendendo o debate político em um dia marcado por tentativas do governo federal de consolidar a data como um marco de vitória institucional.

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Bruno Rigacci

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