Quem será o próximo ditador a cair na América Latina? (veja o vídeo)
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a surpreender o mundo ao liderar uma operação militar ousada que resultou na captura do ditador venezuelano Nicolás Maduro. A ação marcou o fim de uma das ditaduras mais longevas e repressivas da América Latina e provocou forte repercussão internacional.
Nas redes sociais, vídeos de venezuelanos comemorando nas ruas se espalharam rapidamente. Em diversas cidades do país, cidadãos celebraram a queda do regime que, por anos, foi associado à repressão política, à crise humanitária e ao colapso econômico.
Reação política e alerta regional
Enquanto parte da população venezuelana festeja, líderes políticos da América Latina reagiram com preocupação. Analistas avaliam que a prisão de Maduro representa um duro golpe no Foro de São Paulo, organização que reúne partidos e movimentos de esquerda da região.
A queda do regime venezuelano reacendeu debates sobre a estabilidade de outros governos alinhados ideologicamente ao chavismo. A pergunta que circula nos bastidores políticos é direta: quem pode ser o próximo a cair?
Análise exclusiva à TV JCO
Em entrevista exclusiva à TV JCO, o ex-ministro das Relações Exteriores Ernesto Araújo e o jornalista Glauco Fonseca analisaram o impacto da prisão de Maduro e os possíveis desdobramentos geopolíticos para a América Latina.
Segundo Araújo, a operação liderada por Trump muda o equilíbrio de forças no continente e envia um recado claro a regimes autoritários. Já Glauco Fonseca destacou que o episódio pode acelerar rearranjos políticos e fortalecer movimentos de oposição em países governados pela esquerda.
Novo capítulo na América Latina
Especialistas afirmam que a captura de Maduro inaugura um novo capítulo na história política da região. Embora ainda haja incertezas sobre o futuro da Venezuela, o episódio já é considerado um dos acontecimentos mais relevantes da geopolítica latino-americana nas últimas décadas.
A expectativa agora se volta para os próximos passos da transição venezuelana e para os reflexos que o episódio poderá provocar em outros países do continente.





