URGENTE: Maria Corina se manifesta e novo líder está pronto para assumir a Venezuela

A principal líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2025, reagiu à captura do ditador Nicolás Maduro, classificando o episódio como um momento decisivo para o futuro do país.

Em nota pública intitulada “Chegou a hora da liberdade”, Machado afirmou que Maduro enfrentará a justiça internacional por crimes cometidos contra os venezuelanos e cidadãos de outras nacionalidades, e ressaltou o papel do governo dos Estados Unidos na execução da operação:

“Nicolás Maduro enfrenta a justiça internacional por crimes atrozes cometidos contra os venezuelanos e contra cidadãos de muitas outras nacionalidades. Diante de sua negativa em aceitar uma saída negociada, o governo dos Estados Unidos cumpriu sua promessa de fazer valer a lei.”

Defesa de transição imediata

A dirigente opositora também defendeu a posse imediata de Edmundo González Urrutia, apontado pela oposição como vencedor das últimas eleições presidenciais. Segundo Machado, González deve assumir seu mandato constitucional e ser reconhecido como comandante-chefe das Forças Armadas Nacionais, de modo a consolidar a transição de poder.

“Ele deve assumir de imediato seu mandato constitucional e ser reconhecido como comandante chefe das Forças Armadas Nacionais por todos os oficiais e soldados”, disse a dirigente.

Mobilização e vigilância da oposição

María Corina Machado ressaltou que a oposição está preparada para agir politicamente e que permanecerá vigilante, ativa e organizada até que a transição democrática se concretize.

“Estamos preparados para fazer valer nosso mandato e tomar o poder. Permaneceremos vigilantes, ativos e organizados até que se concretize a transição democrática”, afirmou, sinalizando mobilização contínua de apoiadores dentro e fora da Venezuela.

A declaração de Machado reforça a perspectiva de que a oposição buscará assumir rapidamente o controle político do país, em meio à instabilidade gerada pela captura de Maduro e à necessidade de restaurar instituições e governabilidade.

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Bruno Rigacci

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