“A palavra ‘retrocesso’ define bem, do ponto de vista climático e ambiental, o retorno de um negacionista à Casa Branca”, afirmou Trigueiro, referindo-se à postura de Trump em relação às mudanças climáticas e ao incentivo à exploração de combustíveis fósseis.
O jornalista também mencionou a composição conservadora do parlamento e da Suprema Corte dos Estados Unidos, alertando que isso poderia potencializar as políticas prejudiciais ao meio ambiente e intensificar os impactos do aquecimento global.
“Trump deixou claro em sua campanha que voltará a subsidiar e estimular ao máximo a produção de combustíveis fósseis, o que aumentará as emissões de gases de efeito estufa e agravará eventos climáticos extremos”, destacou Trigueiro.
Para ele, a combinação da liderança de Trump com a maioria republicana no Senado e na Câmara representa um grande obstáculo para os esforços globais de combate às mudanças climáticas.
Em resumo, a militância ambiental parece estar em pânico diante da reeleição de Trump.
O “choro” é livre…