“O porco não vira rei”, diz procurador preterido por Tarcísio

Política Nacional

O procurador José Carlos Cosenzo, que foi preterido na nomeação para o comando do Ministério Público do Estado de São Paulo, publicou uma mensagem enigmática nas redes sociais, gerando especulações sobre seu significado. A postagem, que ocorreu após a escolha de Paulo Sérgio de Oliveira e Costa para o cargo, dizia: “Quando um porco toma o castelo, o porco não vira rei, é o castelo que vira um chiqueiro.”

Cosenzo negou que a mensagem tivesse relação com as eleições do Ministério Público ou fosse direcionada a algum desafeto. Ele explicou que o ditado turco é um alerta sobre a inaptidão em posições de liderança e que sua publicação não tinha intenção de ofender a instituição.

Apesar de ter recebido o maior número de votos na eleição interna do Ministério Público, Cosenzo não foi o escolhido pelo governador Tarcísio de Freitas, decisão que, segundo relatos, deixou o procurador com o ego abalado. Em contraste, Paulo Sérgio, que teve o apoio de figuras políticas influentes, assumiu o cargo com um discurso conciliatório, enfatizando a importância da união após o período eleitoral.

A situação levantou debates sobre a influência política nas nomeações e as consequências para a moral interna da instituição. O episódio também destaca a complexidade das relações e a dinâmica de poder dentro do Ministério Público estadual.

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