URGENTE: Daniel Vorcaro corre sério risco de morte (veja o vídeo)

A defesa do banqueiro Daniel Vorcaro, fundador e presidente do Banco Master, emitiu um alerta gravíssimo aos tribunais: o empresário estaria correndo sério risco de morte no sistema prisional comum. A alegação dramática foi o pilar de um pedido urgente de habeas corpus submetido à Justiça, detalhando o perigo iminente à sua integridade física após sua prisão pela Polícia Federal.

Alvo central da Operação Compliance Zero, Vorcaro foi transferido da carceragem da PF para o Centro de Detenção Provisória (CDP) 2 de Guarulhos, na Grande São Paulo. Segundo seus advogados, a repercussão estrondosa do escândalo financeiro e a natureza imprevisível do ambiente carcerário colocaram o bilionário em uma situação de extrema vulnerabilidade, cercado por um clima que a defesa classificou como “naturalmente hostil e marcado pela violência”.

O apelo desesperado na Justiça

No documento enviado à desembargadora responsável pelo caso, a equipe jurídica foi categórica ao afirmar que o contato com outros detentos representava uma ameaça letal e inaceitável. A defesa argumentou que os crimes investigados — supostas fraudes financeiras na emissão de bilhões em títulos — não envolvem violência ou grave ameaça à pessoa, o que tornaria injustificável e perigosa a exposição de Vorcaro às tensões de um presídio estadual comum.

O cenário da prisão

A prisão preventiva do dono do Banco Master ocorreu de forma cinematográfica enquanto ele tentava embarcar em um jatinho particular rumo ao exterior. A defesa nega veementemente qualquer tentativa de fuga, justificando que se tratava de uma viagem a trabalho previamente agendada, e rechaça as acusações de fraudes de R$ 12 bilhões que basearam a operação.

Diante do forte apelo sobre o risco à sua vida no presídio de Guarulhos, a Justiça acabou cedendo aos argumentos da defesa dias depois, substituindo a prisão por medidas cautelares rigorosas, incluindo o uso obrigatório de tornozeleira eletrônica e a proibição de contato com outros investigados.

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Bruno Rigacci

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