STF já sabe quem gravou a reunião e vazou para a imprensa (veja o vídeo)

O mistério em torno do vazamento de uma reunião secreta do Supremo Tribunal Federal (STF) acaba de ganhar um novo e explosivo capítulo. Após o escândalo inicial, que gerou enorme desconfiança e mal-estar entre os ministros da Corte, uma reviravolta silenciosa tomou conta dos bastidores de Brasília.

A promessa esquecida e o recuo

Quando a gravação clandestina veio a público e foi vazada para a imprensa, a reação institucional foi imediata. O presidente do STF declarou, à época, que levaria a investigação às últimas consequências, classificando o ato como um desrespeito flagrante e um atentado direto contra a segurança da mais alta Corte do país.

No entanto, o ímpeto investigativo durou pouco. De forma repentina, houve uma desistência. Não haverá mais investigação, indicando que o STF subitamente não quer mais saber quem cometeu o ato considerado ilegal e indigno.

O verdadeiro autor e o silêncio sepulcral

A mudança brusca de postura tem uma explicação contundente. Para o jurista André Marsíglia, o recuo não se deu por falta de pistas, mas sim porque a Corte já sabe exatamente quem foi o autor da façanha.

Ao contrário das especulações de bastidores que chegaram a cogitar o nome do ministro Dias Toffoli, os indícios agora apontam para um alvo muito mais espinhoso. Segundo a análise, tudo indica que a gravação foi feita por aquele que é considerado o “homem mais temido do país”.

É justamente essa constatação que justifica o atual “silêncio sepulcral” que paira sobre a Corte. A revelação pública do verdadeiro autor do vazamento poderia expor fraturas irreparáveis e iniciar uma guerra interna sem precedentes no Supremo.

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Bruno Rigacci

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