Nova pesquisa mostra o que Lula mais temia: Presidente perde para 3 nomes da oposição no maior colégio eleitoral do país

O pesadelo do Palácio do Planalto se materializou em números. Uma nova pesquisa divulgada nesta quinta-feira (12) pelo instituto Paraná Pesquisas caiu como uma bomba sobre a campanha de reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva. O levantamento confirma que o presidente não apenas perdeu o apoio da classe média, como agora é superado por três grandes lideranças da oposição no estado de São Paulo, o maior e mais decisivo colégio eleitoral do país.

A Surra nas Urnas Paulistas

Os dados são humilhantes para quem ocupa a cadeira presidencial. Se as eleições fossem hoje, Lula perderia para o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), para o senador Flávio Bolsonaro (PL) e até mesmo para o governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), na preferência do eleitorado paulista.

O cenário mais devastador para o PT é o confronto direto com Tarcísio. O governador de São Paulo aparece com 40,3% das intenções de voto, abrindo uma vantagem acachapante sobre Lula, que amarga 33,9%. A diferença está muito acima da margem de erro, consolidando uma derrota certa.

Flávio Bolsonaro à Frente

Outro dado que acendeu o alerta vermelho em Brasília é o desempenho de Flávio Bolsonaro. Mesmo sob intenso ataque da velha mídia e do ativismo judicial, o senador atinge 37% das preferências em São Paulo, superando numericamente os 33,7% de Lula. Embora configure empate técnico, a tendência de alta de Flávio e a estagnação do petista indicam uma virada histórica.

Até mesmo Ratinho Junior, governador de um estado vizinho, demonstra força suficiente para bater de frente com a máquina federal em solo paulista, provando que a rejeição a Lula transcende fronteiras estaduais.

O Fim da Linha?

A pesquisa ouviu 1.580 eleitores em 78 municípios paulistas entre os dias 6 e 10 de fevereiro. O recado das ruas é claro: São Paulo, a locomotiva do Brasil, já desembarcou do governo Lula. Com a economia patinando e os escândalos de corrupção voltando à tona, a tendência é que esse sentimento de mudança se espalhe pelo resto do país como um rastilho de pólvora.

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Bruno Rigacci

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