A República precisa ser reconstruída e o 1º passo não é o impeachment de Toffoli: É a anulação de tudo!
Diante do colapso moral que atinge o Supremo Tribunal Federal (STF) com as revelações do Caso Banco Master, o analista político Leandro Ruschel trouxe uma reflexão necessária e corajosa nesta sexta-feira (13): pedir apenas a cabeça de Dias Toffoli é pouco. É preciso ir à raiz do problema.
Em análise publicada no JCO, Ruschel argumenta que os fatos recentes desmascaram, de uma vez por todas, a verdadeira natureza do famigerado “Inquérito das Fake News”. O que foi vendido como defesa da democracia, segundo ele, não passava de um escudo para proteger a corrupção e o arbítrio.
A Máscara Caiu
“Com as revelações das últimas horas, ficou IMPOSSÍVEL negar que tudo que foi feito pelo Supremo nos últimos anos, especialmente a partir da abertura do Ato Institucional chamado ‘Inquérito das Fake News’, foi uma operação para BLINDAR os próprios ministros, censurando e perseguindo qualquer opositor”, disparou Ruschel.
A lógica é implacável: se os inquéritos foram conduzidos por ministros que agora se mostram suspeitos e com interesses inconfessáveis, toda a árvore está envenenada.
O Verdadeiro Caminho
Para o analista, o foco da direita e dos patriotas não deve se restringir à troca de um nome na Corte. A República exige uma “reconstrução” que passa, obrigatoriamente, pela correção das injustiças cometidas em nome dessa blindagem.
“Logo, o primeiro passo para buscarmos a reconstrução da República é a ANULAÇÃO de todos esses atos inconstitucionais e a LIBERTAÇÃO dos presos políticos”, concluiu.
A mensagem é clara: enquanto houver inocentes presos pelo 8 de janeiro e inquéritos ilegais abertos para calar a oposição, a demissão de Toffoli será apenas um paliativo. O Brasil clama por justiça plena, e isso significa zerar o jogo viciado que foi imposto à nação.





