Quem é a mulher que gerou “climão” e desconforto visível entre Lula e Janja em evento oficial?

O que era para ser um palanque protocolar em Mauá, na Grande São Paulo, transformou-se no assunto mais comentado dos bastidores de Brasília nesta semana. Uma “terceira pessoa” surgiu inesperadamente no discurso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, gerando um constrangimento palpável e silenciando a claque petista por alguns segundos. A mulher em questão? Marisa Letícia.

O episódio, ocorrido na última segunda-feira (9), revelou não apenas a confusão mental que vem marcando as recentes aparições do petista, mas também o desconforto a que a atual esposa, Rosângela da Silva, a Janja, é submetida publicamente.

O Ato Falho

Durante um discurso improvisado sobre saúde pública e a importância de exames preventivos, Lula trocou as bolas de forma desastrosa. Ao tentar citar a presença da atual companheira, o presidente disparou:

“A semana que vem eu vou com a Marisa…”

Percebendo o erro — ou talvez alertado pelos sussurros de pânico ao seu redor —, Lula tentou corrigir a rota, mas acabou piorando a emenda com uma frase desconexa que misturou a falecida esposa, a atual e um termo pejorativo:

“https://www.google.com/search?q=…com a Janja numa jamanta, numa jamanta dessa com a Janja, e a Janja vai fazer mamografia.”

A menção à ex-primeira-dama, falecida em 2017, colocou Janja em uma posição delicada. Vídeos do momento mostram o sorriso amarelo da socióloga, que tenta manter a postura enquanto o marido divaga sobre “jamantas” e exames médicos de forma confusa.

Sombra do Passado e Dúvidas sobre o Futuro

Para analistas políticos, o ato falho vai além de uma simples troca de nomes. Ele reforça os questionamentos sobre a acuidade cognitiva de Lula para disputar uma reeleição feroz em outubro deste ano. A oposição não perdoou: “Se ele confunde a esposa no palanque, imagine o que não confunde na hora de assinar decretos”, ironizou um deputado do PL nas redes sociais.

O episódio também levanta a questão do “ciúme retroativo” e do peso que a imagem de Dona Marisa ainda exerce sobre o imaginário petista, algo que Janja tenta, a todo custo, suplantar com seu perfil de “protagonismo”. No entanto, ao ser chamada pelo nome da antecessora em pleno ano eleitoral, a atual primeira-dama recebe um lembrete amargo de que, para Lula, o passado parece estar mais presente do que nunca.

Até o fechamento desta matéria, o Planalto e a assessoria da primeira-dama não comentaram o deslize. O silêncio das feministas governistas, sempre prontas a apontar “machismo” em adversários, também foi ensurdecedor.

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Bruno Rigacci

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