Estrategista analisa o quadro e expõe a deprimente situação de Lula: “Qualquer um ganha do Lula”

O clima de “já ganhou” que o PT tentou impor desde o início do ano derreteu como gelo ao sol. Nesta terça-feira (10), uma análise fria e calculista dos bastidores de Brasília, feita por um renomado estrategista político que transita entre as principais campanhas do país, caiu como uma bomba no colo da esquerda: a situação de Lula é, nas palavras dele, “deprimente”.

Segundo o especialista, que teve acesso a trackings (pesquisas internas diárias) de diversos partidos, a imagem do “pai dos pobres” foi substituída pela do “pai dos impostos” e da vingança. O diagnóstico é brutal para as pretensões de reeleição: “Hoje, qualquer nome minimamente viável da direita ganha do Lula.”

A derrocada do gigante de pés de barro

A análise aponta que o governo perdeu a capacidade de pautar o debate público. Nem mesmo a velha mídia, com todo o seu esforço de blindagem, consegue mais esconder o desastre administrativo e a falta de rumo do país.

“O eleitor médio, aquele que decide a eleição, já percebeu que a picanha não chegou e que a vida ficou mais cara. A rejeição a Lula rompeu o teto histórico e entrou em uma zona de não-retorno. Ele fala para bolhas cada vez menores, enquanto o Brasil real sofre na fila do SUS e no supermercado”, disparou o estrategista.

O fator “Qualquer Um”

A frase “qualquer um ganha” não é força de expressão. Os dados mostram que a polarização, antes vista como a única chance de sobrevivência do PT, agora joga contra eles. O antipetismo se consolidou e, diferente de 2022, o eleitor não tem mais dúvidas sobre o que este governo representa.

Seja Tarcísio, Caiado, Zema ou qualquer outro nome ungido pelas forças conservadoras, a transferência de votos é automática. O brasileiro não quer apenas um nome; quer se livrar do pesadelo que se instalou no Planalto.

Pânico e medidas desesperadas

Diante desse cenário, o que se vê em Brasília é o desespero. A ordem no Planalto é abrir os cofres e tentar comprar a popularidade perdida a qualquer custo, mas a análise sugere que é tarde demais. A conexão emocional de Lula com o povo foi rompida.

O rei está nu, e a oposição tem a faca e o queijo na mão para encerrar de vez este capítulo sombrio da nossa história em outubro. Resta saber se terão a união necessária para dar o xeque-mate.

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Bruno Rigacci

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