Eis a conversa entre Lula e Trump por telefone: O “sermão” que o Planalto tentou esconder
A diplomacia petista tentou vender o telefonema como um “gesto de reaproximação institucional”. A nota oficial do Itamaraty falou em “diálogo construtivo”. Mas a realidade, segundo fontes seguras em Washington, foi bem diferente. A conversa entre Lula e Donald Trump, ocorrida nesta manhã, foi descrita por assessores americanos como uma verdadeira “enquadrada”.
Não houve risos, nem camaradagem. O republicano, fortalecido no cargo e com a popularidade em alta, não perdeu tempo com “conversinha fiada” e cobrou o petista sobre a deterioração da democracia no Brasil.
A Sombra de Elon Musk
O ponto alto da tensão, como era de se esperar, foi a questão da censura. Trump, que tem em Elon Musk um conselheiro próximo e influente, deixou claro que a perseguição a plataformas americanas e a jornalistas não é vista com bons olhos pela Casa Branca.
“A liberdade de expressão é o pilar do Ocidente. Países que a violam não podem esperar parcerias privilegiadas com a América”, teria dito Trump, em um tom que fez o tradutor oficial do Planalto gaguejar. O recado foi direto para o consórcio Lula-STF: a era da impunidade internacional para censores acabou.
Venezuela e o “Eixo do Mal”
Outro momento de desconforto foi a política externa. Enquanto Lula insiste em passar pano para Nicolás Maduro e flertar com o Irã, Trump foi categórico: o Brasil precisa decidir de que lado está. O presidente americano avisou que o financiamento indireto a ditaduras latinas não será tolerado sob sua nova administração.
Lula, acostumado a ser bajulado pela velha imprensa e por líderes europeus progressistas, ouviu mais do que falou. A tentativa de evocar a “soberania” soou vazia diante da dependência econômica que o Brasil ainda tem do mercado americano.
O Pânico de Amorim
Nos bastidores, o assessor especial Celso Amorim estaria em pânico. A estratégia de “esperar para ver” falhou. Trump não apenas venceu, como governa com mão de ferro contra o globalismo que sustenta a ideologia petista.
O telefonema durou menos de 15 minutos. Foi o tempo suficiente para Lula perceber que, em 2026, ele não terá o colinho de Biden para salvá-lo. O Brasil está isolado no hemisfério, e o “Amigo do Norte” agora cobra a fatura da liberdade.





