URGENTE: Lulinha pede acesso ao inquérito da “Farra do INSS”
O cerco se fechou de vez. Nesta quarta-feira (28), a defesa de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, protocolou um pedido urgente no Supremo Tribunal Federal (STF) para ter acesso integral aos autos do inquérito que investiga a “Farra do INSS”. A movimentação jurídica, que rompe o silêncio estratégico adotado até então, é o sinal mais claro de que a água bateu no pescoço.
Até ontem, a narrativa oficial tratava as denúncias como meras “ilações”. Hoje, a realidade impôs o medo.
O “Sócio Oculto” e os R$ 25 Milhões
O inquérito, relatado pelo ministro André Mendonça, apura a conexão explosiva entre Lulinha e Antônio Carlos Camilo Antunes, o infame “Careca do INSS”, preso desde setembro de 2025. A Polícia Federal investiga se o filho de Lula atuava como um “sócio oculto” no esquema que drenava os cofres da previdência.
Testemunhos e documentos apreendidos apontam para cifras que fariam qualquer trabalhador brasileiro cair para trás: fala-se em repasses de R$ 25 milhões, além de uma “mesada” mensal de R$ 300 mil. O dinheiro, segundo as investigações, teria origem nas fraudes de empréstimos consignados e descontos indevidos que lesaram milhares de aposentados.
Fuga ou “Férias”?
A tensão aumentou ainda mais com a notícia de que Lulinha estaria de malas prontas para retornar à Espanha, onde reside. A oposição, liderada pelo partido Novo, já se adiantou e pediu ao STF a apreensão imediata do passaporte do “filho do pai”, alegando risco real de fuga.
Enquanto Lula tenta posar de estadista isento, declarando que “quem deve paga”, nos bastidores do Alvorada o clima é de pânico. A entrada oficial de advogados no caso sugere que a família presidencial já sabe que o material em posse da PF é muito mais robusto – e perigoso – do que se imaginava.
A Casa Vai Cair?
A estratégia de blindagem falhou. Com a quebra de sigilos e o cruzamento de dados de voos internacionais bancados por terceiros, a “Farra do INSS” deixa de ser um escândalo administrativo para se tornar o pesadelo político que pode definir o ano de 2026. Lulinha quer ler os autos, mas o Brasil inteiro já está lendo os sinais: a impunidade não está mais garantida.





