URGENTE: Lula convoca reunião de emergência após captura de Maduro

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) decidiu convocar uma reunião de emergência na manhã deste sábado (3) para avaliar os desdobramentos do anúncio feito pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre uma operação militar em território venezuelano e a captura do presidente Nicolás Maduro.

O encontro reunirá ministros e assessores do Palácio do Planalto e da área diplomática, com foco na análise do impacto político, diplomático e regional da ação americana. A reunião está marcada para 10h, no Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty), em Brasília.

Há expectativa de que Lula participe de forma remota, já que o presidente está de férias na base da Marinha em Marambaia, no litoral do Rio de Janeiro. Assessores próximos ao petista confirmaram que ele foi informado ainda nas primeiras horas da manhã sobre o comunicado divulgado por Trump.

Clima de apreensão no Planalto

Segundo relatos de auxiliares, o anúncio provocou clima de apreensão e correria nos bastidores do governo brasileiro. A palavra de ordem no Planalto é cautela, diante da gravidade do episódio e do risco de instabilidade política na América do Sul.

O governo avalia possíveis consequências para a região, incluindo impactos diplomáticos, econômicos e humanitários, além de eventuais reflexos na fronteira norte do Brasil. A posição histórica do país em defesa da soberania nacional, da não intervenção e da solução pacífica de conflitos deve nortear o posicionamento oficial.

Silêncio oficial e expectativa por posicionamento

Até o momento, o Itamaraty não divulgou nota oficial sobre o caso. A expectativa é que, após a reunião, o governo brasileiro apresente um posicionamento público ou defina os próximos passos no âmbito diplomático.

O cenário internacional segue instável, com informações desencontradas e atenção redobrada das principais lideranças políticas do continente. Nos bastidores, a avaliação é de que a situação pode representar uma das maiores crises geopolíticas recentes na América Latina.

Enquanto isso, no Planalto, assessores admitem que o desespero tomou conta diante da rapidez e da dimensão dos acontecimentos, que podem redesenhar o equilíbrio político da região nos próximos dias.

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Bruno Rigacci

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