Manuela zomba da Justiça Eleitoral e faz desesperada e absurda campanha antecipada
A pré-candidata ao Senado Federal no Rio Grande do Sul, Manuela D’Ávila, está novamente no centro de uma polêmica envolvendo a legislação eleitoral. Acusada de “jogar sujo e pesado” para tentar conquistar uma vaga no pleito, Manuela estaria insistindo na prática ilegal de campanha antecipada, mesmo após já ter sido repreendida e multada pela Justiça Eleitoral por condutas semelhantes.
Nos últimos dias, imagens de uma camiseta personalizada começaram a circular nas redes sociais, gerando forte reação de críticos. O vestuário exibe de forma explícita o nome de Manuela, o número 50 e faz referência direta ao cargo de Senadora.
Para observadores políticos e opositores, o material ultrapassa o limite da simples manifestação política permitida no período de pré-campanha. O argumento é que a peça funciona inequivocamente como material de propaganda eleitoral antecipada, principalmente por associar diretamente o nome da pré-candidata ao número que será utilizado na urna e ao cargo que ela pretende disputar.
O novo episódio pode agravar a situação jurídica de Manuela D’Ávila na Justiça Eleitoral. Ela já vinha sendo observada em razão de movimentações públicas ligadas à sua pré-candidatura, e a reincidência na prática pode levar a novas penalidades.
Embora uma decisão definitiva dependa dos desdobramentos jurídicos, o fato já provoca desgaste político imediato e amplia a pressão sobre a ex-deputada no Rio Grande do Sul.





