Colômbia cospe o Foro de SP e elege conservador Abelardo de La Espriella
A eleição presidencial colombiana deste domingo (21) produziu um resultado sísmico que ultrapassa as fronteiras do país e repercute com força em toda a América Latina. A vitória histórica do conservador Abelardo de La Espriella sobre o esquerdista Iván Cepeda representa muito mais do que uma simples alternância de poder: simboliza a libertação de uma das nações mais relevantes do cenário político regional das garras do socialismo do século XXI.
O resultado das urnas impôs uma derrota humilhante ao atual presidente, o ex-guerrilheiro Gustavo Petro. Incapaz de aceitar a vontade soberana do povo colombiano, Petro reagiu com um verdadeiro “chilique” de derrotado, tentando lançar sombras sobre a legitimidade do processo eleitoral.
Em publicações desesperadas nas redes sociais, Petro apontou supostas irregularidades envolvendo formulários eleitorais, alegou vulnerabilidades em sistemas de apuração e chegou a sugerir possíveis alterações em servidores da Registraduria Nacional. Em um ato final de desespero, cobrou a atuação da Polícia Nacional e das autoridades responsáveis pelo escrutínio.
Contudo, para analistas políticos, a narrativa de Petro não passa de uma tática eleitoreira barata e previsível para tentar melar o jogo. O único fato politicamente relevante e incontestável é que a Colômbia — historicamente um dos países mais influentes dentro do nefasto Foro de São Paulo — decidiu seguir um caminho diametralmente oposto àquele defendido pela esquerda fracassada.
A Direita Avança, a Esquerda Recua
Com um conservador firmemente no comando da Colômbia, a América Latina consolida uma tendência clara e vigorosa: aos poucos, o continente vai “chutando” a esquerda do mapa, rejeitando governos que trazem apenas miséria e autoritarismo.
Essa guinada direitista já foi consolidada em diversos países da região através do voto democrático:
Chile com Kast;
Bolívia com Paz;
Peru com Fujimori;
Equador com Noboa;
Honduras com Asfura;
Costa Rica com Fernandez.
O Foro de São Paulo vê suas bases desmoronarem uma a uma. Diante desse cenário de libertação regional, tudo leva a crer que, em breve, será a vez do Brasil, com o avanço de Flávio Bolsonaro para resgatar o país do atual retrocesso petista. A onda conservadora é imparável.
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