Pesquisa Nexus-FSB aponta empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro em eventual segundo turno
Um novo levantamento divulgado nesta segunda-feira (25) pelo instituto Nexus-FSB projeta um cenário de forte equilíbrio na corrida eleitoral. Em uma eventual disputa de segundo turno, o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparecem tecnicamente empatados, considerando a margem de erro da pesquisa.
De acordo com os dados estimulados pelo instituto, a polarização política se mantém estável no país, com leve oscilação entre os candidatos em relação ao mês anterior.
Os Números da Pesquisa
A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O cenário atual apresenta os seguintes índices:
Lula (PT): 47% das intenções de voto.
Flávio Bolsonaro (PL): 43% das intenções de voto.
Brancos e Nulos: 9% dos entrevistados.
Não sabem/Não responderam: 1%.
Comparativo e Estabilidade
Na pesquisa anterior realizada pelo mesmo instituto no mês de abril, Lula registrava 46% das intenções de voto, contra 45% do senador Flávio Bolsonaro. A nova amostragem demonstra que, apesar de uma leve oscilação numérica que colocou o petista com uma margem ligeiramente maior, o quadro eleitoral permanece em situação de estabilidade e dentro do empate técnico.
O novo levantamento foi conduzido entre os dias 22 e 24 de maio. A sondagem é a primeira após a intensa repercussão do dia 13 de maio, data em que foram divulgadas mensagens atribuídas ao senador Flávio Bolsonaro. Nos áudios vazados, o parlamentar supostamente solicita apoio financeiro ao banqueiro Daniel Vorcaro para o custeio de uma produção cinematográfica sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Repercussão nos Bastidores
A divulgação dos números gerou reações imediatas nos bastidores políticos. Setores da direita avaliam o cenário com cautela. A leitura interna é de que, apesar da resiliência demonstrada pelo senador frente à recente crise dos áudios, o fato de esta ser a quarta pesquisa consecutiva a apontar Flávio Bolsonaro numericamente atrás do atual presidente acende um sinal de alerta para a necessidade de realinhamento das estratégias de campanha para a próxima fase da corrida eleitoral.





