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Produtora do filme ‘Dark Horse’ sobre Jair Bolsonaro nega financiamento de Daniel Vorcaro

A GOUP Entertainment, produtora responsável pelo longa-metragem “Dark Horse” — obra cinematográfica sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro —, emitiu uma nota oficial nesta quarta-feira (13) negando qualquer envolvimento financeiro do banqueiro Daniel Vorcaro na produção.

O comunicado foi trazido a público pelo jornalista Paulo Figueiredo, que endossou a mensagem afirmando não haver dinheiro do empresário no filme. O posicionamento da produtora visa afastar especulações recentes e esclarecer o modelo de negócios do projeto.

Detalhes do Comunicado Oficial

Na “Nota Técnica à Imprensa”, a empresa abordou os trâmites legais do financiamento e negou a participação de Vorcaro e de suas empresas no projeto. Os principais pontos destacados foram:

  • Ausência de recursos de Vorcaro: A produtora afirmou categoricamente que, entre os mais de dez investidores do longa-metragem, não há “um único centavo proveniente do sr. Daniel Vorcaro, do Banco Master ou de qualquer outra empresa sob o seu controle societário”.

  • Modelo 100% privado: O filme foi estruturado dentro de um modelo privado de desenvolvimento audiovisual, utilizando parcerias e mecanismos do mercado nacional e internacional de entretenimento, sem a captação ou utilização de recursos públicos.

  • Sigilo garantido por lei: A captação de recursos seguiu a legislação norte-americana aplicável ao setor. A empresa explicou que acordos de confidencialidade (Non-Disclosure Agreements – NDAs) impedem a divulgação da identidade dos verdadeiros investidores, sendo esta uma prerrogativa contratual legítima que a produtora deve respeitar.

  • Diferença entre prospecção e investimento: A GOUP destacou que reuniões, apresentações do projeto ou tratativas com potenciais apoiadores não significam a efetivação de uma parceria societária ou transferência de recursos financeiros.

Repúdio a Associações Indevidas

Ao final do comunicado, a produtora repudiou o que classificou como “tentativas de associação indevida” entre a obra cinematográfica e fatos externos que não possuem comprovação documental, financeira ou contratual.

A GOUP Entertainment encerrou a nota reafirmando seu compromisso com a legalidade e transparência de suas operações, e colocou-se à disposição das autoridades competentes e da imprensa para eventuais esclarecimentos adicionais.

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Bruno Rigacci

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