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Ronaldo Caiado Critica Suspensão da Lei da Dosimetria e Direciona Artilharia ao STF

A recente determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de suspender a aplicação da Lei da Dosimetria gerou fortes reações no cenário político. A decisão judicial ocorreu apenas um dia após a promulgação da norma pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).

Diante desse episódio, o ex-governador de Goiás e pré-candidato à presidência da República, Ronaldo Caiado, direcionou duras críticas ao STF, consolidando a Corte como um de seus principais alvos políticos.

Críticas à Polarização e ao Foco no 8 de Janeiro

Caiado avaliou a decisão de Moraes como um ato deplorável que não prioriza as pautas realmente importantes para o desenvolvimento do país. Segundo o político, ações desse tipo apenas contribuem para acirrar os ânimos.

“Decisão deplorável, um desserviço à democracia. Só faz aflorar a radicalização na política, favorece a polarização, que nunca foi um traço da política brasileira, e serve para desviar o bom debate nas eleições”, declarou o pré-candidato.

Ele também foi enfático ao criticar a centralidade dada aos eventos de janeiro de 2023 no debate público: “Priorizar o 8 de Janeiro é condenar o Brasil a não ter futuro”.

Apelo pelo Fim do Embate Institucional

Além de criticar o mérito da decisão, Ronaldo Caiado cobrou uma trégua nas tensões institucionais e afirmou que é preciso dar um fim às divergências constantes entre os parlamentares e a Suprema Corte.

“Essa queda de braço do Supremo com o Congresso precisa ter um ponto final. É inaceitável em uma democracia”, concluiu Caiado.

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Bruno Rigacci

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